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domingo, 26 de dezembro de 2010

Ranking da Folha: soberania permanece


Ranking da Folha: soberania permanece
Reformulada, lista histórica divulgada neste domingo traz mais uma vez o Tricolor no topo

Comunicação - 26/12/2010
 
Divulgado na Folha de São Paulo deste domingo (26), o Ranking da Folha 2010 - provavelmente o mais preciso do futebol nacional, técnica e historicamente – apresentou novos números. Após a primeira significativa reformulação dos critérios  da lista, criada em 1996 e organizada pelo jornalista Rodrigo Bueno, um dado permanece inalterado: a soberania são-paulina.

Com 909 pontos, o Tricolor segue como primeiro do Ranking, 17 pontos à frente do Flamengo, na segunda posição, e quase 200 pontos à frente de Santos e Corinthians, respectivamente o 4o. e 6o. colocados. 

Tricampeão Mundial e da Libertadores, o São Paulo FC lidera com larga folga, também, a divisão internacional do Ranking, que computa todos os torneios internacionais considerados: o Tricolor aparece com 315 pontos, 140 à frente do Cruzeiro, que ocupa a segunda posição.

 A lista privilegia os critérios técnicos na pontuação das diversas competições documentadas, preservando as características esportivas e históricas de cada torneio acima de critérios oficiais / políticos. 
Assim, o Campeonato Brasileiro segue como a competição nacional mais importante e melhor pontuada.

Há a unificação dos segundos torneios da Conmebol. Supercopa, Copa Mercosul, Copa Conmebol e Copa Sul-Americana contam com a mesma pontuação. Já competições que não tiveram sequência ou não conseguiram grande representatividade não são computadas, como a Copa Rio, a Copa Ouro, as Copas Master da Supercopa e da Conmebol, a Copa Suruga e a Supercopa do Brasil.

Além disso, para entrar na lista, era preciso um time ser campeão ou vice de uma disputa nacional. Agora, isso foi estendido para competições internacionais. Assim, 34 clubes figuram no atual Ranking. Não são computadas na lista, que premia a excelência, as participações em divisões de acesso.

fonte: http://www.saopaulofc.net/v4/noticias2NOVO2.asp?PLC_map_001_c=02.01&PLC_cng_ukey=40538131424FJPG922

sexta-feira, 24 de dezembro de 2010

Fernanda Takai - Luz Negra (ao vivo)

Gosto muito dessa musica.

quarta-feira, 22 de dezembro de 2010

Foto com Mafalda

Como prometido aos meus camaradas do Brasil, eu não ia embora sem uma foto com Mafalda. 



De volta para casa...

“Fiquem junto às pessoas humildes”, disse Alberto Granado, ao responder a pergunta:

 “O que fazer, quando se aventurar como ele e Che?”.

Os dois saíram da Argentina e passaram por alguns países da América do Sul. Parte de moto e grande parte caminhando e de carona.

“Queriam conhecer a América, que conheciam somente pelos livros”, como afirmava Che, em seu diário.
A entrevista era no fantástico e ficou gravada na minha mente. Como alguns, eu me tornei comunista lendo esse argentino.

Quando cheguei a Buenos Aries, isso me veio à mente. Sabe...

Os primeiros dias da construção do grêmio estudantil na minha escola. Quando eu usava a camisa do Che e junto com meus amigos desafiávamos o pensamento reacionário de uma ditadora (como chamávamos a diretora da minha escola, ela era isso mesmo).

Aquela vontade e coragem da juventude de mudar o mundo e de fazer algo. Isso, para nós, era representado na imagem desse argentino...

Nunca havia imaginado viver aqui. Lembro-me, quando um companheiro me disse:

-Quer ir à Argentina? Acham que é você que precisa ir.

Na hora, não pensei muito no que ele me disse. Estava tão ocupado com a faculdade e o nosso congresso. Que simplesmente disse:

                -Ok. Vou pensar.

Eu tinha uma semana para responder. E durante a semana, nos intervalo das minhas tarefas, eu conversei com um e outro companheiro. Até que houve uma reunião para, entre outras coisas, ouvir minha decisão.
Antes de decidir um velho camarada e uma amiga me disseram:

                - JD, o que vais aprender em um ano lá, em nenhuma faculdade se ensina.

 Isso eles tinham e tem razão. Não renego a academia. Acho importante a formação acadêmica. Mas realmente a militância ensina.

Discutir o internacionalismo revolucionário. Que inicia com a famosa frase do Manifesto Comunista: “proletário de todos os países uni-vos”. É uma coisa bem diferente de vivê-lo.

A unidade é muito rara aqui e se faz necessária. Não só de uma frente única entre as organizações, mas um partido de massas, em que o proletariado possa se apoiar contra a burguesia.

E esse partido não se forma, em grande parte porque as “vanguardas do proletariado”, que como dizia Rodolfo Puiggrós, de vanguarda não têm nada. Esquecem-se do essencial, ao ser uma vanguarda do proletariado é necessário estar com o proletariado!

Esses senhores estão bem longe disso.

O peronismo, como sempre é fruto dessa inutilidade da esquerda. Como me disseram muita gente que eu conheci:

                - Juan, nuestro problema es que La izquierda es inútil y el peronismo es lo que hay.

Ouvi isso muitas vezes. Na falta de alternativa vão ao Peronismo.

A Crise de 2001 ainda não está encerrada. As massas ainda lembram-se do dia em que derrubaram presidentes e o governo. O dia em que se viveu uma revolução, na Argentina.

Ao contrário do Brasil, eu diria que aqui existe uma situação de tensão. A polarização, entre ricos e pobres, burgueses e proletários parece viva na mente de La gente común…

Bom, mudando de assunto um pouco. Meu pai sempre me perguntava como eu estava sendo tratado. Afinal, argentina é nosso grande rival no futebol. E não passa disso...

Sinceramente fui tratado muito bem. Quando me perguntavam:

                - ¿De dónde sois vos?

                - yo, soy de Brasil.

                -¡Brasil! ¡Qué bueno!

Nos círculos militantes era interessante. Quando me perguntavam se militava e eu dizia que sim. Que era militante do PT, de Lula. Havia dois tipos de posições.

Na esquerda, militar no PT é estar na direita. A mesma esquerda que se crê “vanguarda”. Nos círculos mais desvinculados a essas seitas, como militantes peronistas, ex-militantes ou gente comum. Isso era visto como grandioso.

Pois eles reconheciam, que por mais que não seja o governo que queremos, esse governo é nosso governo. O mais interessante ainda era explicar que eu tinha criticas a lula, que ele havia se aliado com muitos partidos de direita e explicar toda a posição que temos frente às políticas do governo do PT.
Ser do PT me facilitou muito o diálogo. Com quem me interessava, não com militantes que se dizem de esquerda e apóiam golpe de estado no equador.

E que levo da Argentina?

Bom, primeiro livros. Sabem, é muito bom hablar castellano. Muito bom mesmo. Posso ler clássico da literatura latina, em sua língua. Assim como posso ler coisas, muitas coisas do marxismo, que estão em castellano, mas não em português.

Segundo, acho que a argentina me fez amadurecer um pouco. Entender o significado da paciência e ver as coisas de uma maneira mais ampla, mais detalhada.

Terceiro, que se lendo um argentino eu me tornei comunista. Vivendo na argentina eu só tive mais certeza dos sonhos desse argentino. Que são os mesmo que os meus e de todo o trabalhador do mundo.

Uma sociedade onde todos tenham emprego, saúde, educação e sejam tratados de maneira digna. Uma sociedade socialista.

Camaradas, nosotros nos vemos pronto.

Hasta La victoria Siempre.

Juan Diego.
Buenos Aries.
22/12/10
04h51min

segunda-feira, 20 de dezembro de 2010

Argentinazo

Um grupo anarquista pôs fogo na porta da prefeitura de Buenos Aries, no aniversário do Argentinazo. Movimento de greves e manifestações que levou a queda de presidentes, em 2001.

Sem nenhuma repressão o fogo foi apagado e os manifestantes seguiram com o ato.

Já imaginaram como seria isso em Joinville?

Aposto que não sobrava um vivo...

O cidade conservadora! Volto para lá, será???





Orquestra Imperial - Não Tem Tradução

Acho que nunca postei um samba aqui. Então lá vai. Acho impossível eu gostar de Los Hermanos e não gostar de samba.

domingo, 19 de dezembro de 2010

Fotos del Museo Argentino de Ciencias Naturales

Mi visita al museo.

















Fernanda Takai e Rodrigo Amarante - O Ritmo da Chuva

Segue abaixo uma música que achei fuçando o youtube. Cantada por Rodrigo Amarante ( Los Hermanos) e Fernanda Takai (Pato Fu).


quarta-feira, 15 de dezembro de 2010

Ultimo Romance

Composição: Rodrigo Amarante


Eu encontrei-a quando não quis
mais procurar o meu amor
e o quanto levou foi pra eu merecer
antes um mês e eu já não sei
e até quem me vê lendo jornal
na fila do pão sabe que eu te encontrei

e ninguém dirá
que é tarde demais
que é, tão diferente assim
do nosso amor
a gente é quem sabe, pequena
ah, vai me diz o que é o sufoco que eu te mostro alguém
a fim de te acompanhar

e se o caso for de ir a praia
eu levo essa casa numa sacola..

eu encontrei-a e quis duvidar
tanto clichê
deve não ser
você me falou
pra eu não me preocupar
ter fé e ver coragem no amor
e só de te ver
eu penso em trocar
a minha tv num jeito de te levar
a qualquer lugar
que você queira
e ir onde o vento for
que pra nós dois
sair de casa já é
se aventurar

ah vai me diz o que é o sossego que eu te mostro alguém
afim de te acompanhar
e se o tempo for te levar eu sigo essa hora
eu pego carona
pra te acompanha


http://www.vagalume.com.br/los-hermanos/ultimo-romance.html#ixzz18D0dxrfG

Los Hermanos no Cine I­ris - Ultimo Romance

segunda-feira, 13 de dezembro de 2010

O melhor Show da Banda Interpol

Em uma entrevista cedida a TV Cultura*. O vocalista da banda Interpol, Paul banks afirmou que o melhor show da banda foi o realizado no festival Live Eurockeennes 2005. Abaixo segue um vídeo com duas musicas tocadas no festival. É ver e avaliar.






*http://mais.uol.com.br/view/92db81ral8qx/metropolis--entrevista-com-interpol-040264C4C99386?types=A&

domingo, 12 de dezembro de 2010

Death Note: uma Análise Marxista*

As idéias da classe dominante são, em todas as épocas, as idéias dominantes.”- Karl Marx e Friedrich Engels, (A ideologia alemã. Capítulo 1: Da produção da consciência/ A. A ideologia em Geral e particularmente a Alemã /Editora Martin Claret)

Deth note é um anime** que conta a história de um caderno, mas um caderno com o poder de matar. Basta o possuidor escrever o nome da vítima e ter em mente o seu rosto. Feito isso, depois de alguns minutos a vítima está morta.

A trama começa quando um jovem estudante chamado Rayto encontra o caderno no chão. Ao descobrir seu poder ele resolve usá-lo em favor da “justiça” - o que ele pensa ser justiça -. Pois, está revoltado com os roubos, seqüestro, estupros e assassinatos que ocorrem em seu país.

Resolve matar todos os criminosos. Mata todos que infligem a lei. Do ladrão de galinha ao engravatado, “todos os criminosos devem morrer para ser feita a justiça”, pensa ele.

Muitos jovens podem concordar com Rayto, ao ver Deth Note. E podem pensar: “Os bandidos estão livres para fazer o que quiser. Alguns tiros não fariam mal. A pena de morte pode funcionar. O exército na rua, como hoje acontece no Rio de Janeiro, também pode ajudar a terminar com o crime.”

Isso é o que a burguesia (grandes empresários e latifundiários) quer que pensemos. De que não existe saída para o combate ao crime, que não seja por meio repressivo.

Mas porque ela quer que pensemos isso?

Porque á origem do crime está na desigualdade social. No fato de vivermos em uma sociedade capitalista, em que uma pequena parcela da população, a burguesia domina e explora a grande maioria da população. Enquanto eles têm bilhões, casas luxuosas e as melhores escolas. Os trabalhadores, nem casa possuem e vivem muitas vezes em condições inumanas.
Rayto
Tudo que interessa a burguesia é manter o seu domínio. E assim o estado, governo, leis, polícia e exército que ele afirma ser representantes do povo, na verdade servem somente a eles. E na hora das revoltas populares contra os burgueses, eles utilizam de todos estes meios para oprimir o povo.
 Como afirmava Friedrich Engels “... O estado é nada mais que uma maquina para a opressão de uma classe por outra...” – (La Guerra civil en Francia/ Introducción/ pg 29, segundo parágrafo/ Coleción Pensamiento y Acción Socialista.)

Rayto dá um bom exemplo disso. Quando durante o anime, tanto a polícia, como outras pessoas o confrontam ele não resisti em matá-las. Pois afinal, para Rayto, como para a burguesia desobediência também é crime.

"L" e o estado burguês

O fato de Rayto agir como um justiceiro, matando os criminosos e desrespeitando as autoridades dos estados e governos, leva os lideres mundiais a tomar uma atitude. Então, eles resolvem pedir ajuda do melhor detive do mundo. Ele nunca foi visto e ninguém sabe o seu nome verdadeiro. Todos apenas o conhecem por L.


L


 Ele e Rayto travam uma luta emocionante durante o anime. L tenta provar que Rayto é kira, nome pelo qual o assassino é chamado. Rayto tenta descobrir o nome de L para matá-lo, pois ele é uma barreira em seus planos. 

É nesse momento em que os fãs se dividem. Uns apóiam Rayto, em sua “purificação do mundo”. Outros L, na luta contra o Kira, o assassino que misteriosamente está matando os criminosos.
Indo além das brigas de torcidas, se analisarmos os ideais de Rayto e L, nós veremos que os dois não têm tanta diferença assim.

Os dois representam duas faces da mesma moeda. Duas frações da mesma burguesia.   
L diferente de Rayto têm algumas regras. Mas mesmo assim, ele não hesitou em torturar e burlar algumas dessas regras, para tentar capturar Rayto. Em um episódio, um discípulo de L explica o seu método e deixa claro, sobre que princípios que L age.

Segundo o discípulo, a forma mais rápida de evitar uma tragédia ainda maior é matar o suspeito. Rayto, nesse caso. Assim as mortes iriam parar e estaria provado que Rayto é Kira. Por maior que fosse seu desejo de matar Rayto, ele diz que não fará, pois esse não é o método de L, segundo ele.   

 Ou seja, Rayto é um tipo ditador ele manda e desmanda. L é democrático, ele acredita na lei. Ele quer levar Rayto ao júri para ser julgado e condenado. Enquanto Rayto julga e sentencia a morte todas as suas vitimas.

Até podemos afirmar que ele é mais democrata que Rayto, mas nenhum dos dois vê a criminalidade como algo causado pelo sistema capitalista. Para os dois se combate o crime se armando a polícia, matando e prendendo.

E essa solução nunca vai por um fim a criminalidade. O crime e a situação de caos que chega cidades como Rio e são Paulo é produto do capitalismo.

Só será resolvido indo à raiz do problema que é falta de emprego, moradia, saúde e educação. Ou seja, uma vida digna para todos. E isso, nenhum burguês como L e Rayto está disposto a fazer, pois necessitariam romper com o capitalismo e construir o socialismo.

O Autor de Death Note

De acordo com os sites na internet, ninguém sabe ao certo quem é o criador de Death Note. Seu nome Tsugumi Ohba, é um pseudônimo, que dizem ser de um criador  Hiroshi Gamou, autor da série de mangá Tottemo! Luckyman.

A verdade é que esse fato só contribui para afirmar que o homem é um produto de seu meio, assim como suas idéias.  Afinal o autor criou L a sua imagem e semelhança.

Death Note tem alta qualidade. Os desenhos são muito bem feitos. Rico em detalhes, com clima sombrio e solitário. Uma ótima trilha sonora que interage com cada episódio e atitude dos personagens.


Como a maioria dos animes ele é baseado em um manga*** que é ilustrada por Takeshi Obata.  O anime conta com 37 episódios, que no Brasil foram exibidos pelo Cartoon NetworK. Apesar, de que muito fã de anime prefere baixar os episódios da internet e assistir legendando.

Recomendo-o a todos aqueles que querem conhecer um pouco sobre anime.



*Segue minha análise de um dos Animes de maior sucesso entre a juventude, do ponto de vista do marxismo. Durante o texto me esforcei em fazer duas coisas: uma, deixar claro meu ponto de vista, dando exemplo sobre acontecimentos do anime; dois, relatar esses acontecimentos sem contar partes que tirem a graça do anime para quem ainda não viu. Espero que gostem do texto e se interessem pelo anime.

** É como são chamados os desenhos animados japoneses.

*** ë como são chamados o quadrinhos japoneses.



João Diego, militante marxista e fã de animes.
08/12/12
Buenos Aries

segunda-feira, 6 de dezembro de 2010

Dom Quijote

domingo, 5 de dezembro de 2010

sábado, 4 de dezembro de 2010

Marisa Monte - Não é Fácil.

Composição: Marisa Monte/Arnaldo Antunes/Carlinhos Brown




Não é fácil

Não pensar em você
Não é fácil
É estranho
Não te contar meus planos
Não te encontrar
Todo dia de manhã
Enquanto tomo meu café amargo
É, ainda boto fé
De um dia te ter ao meu lado
Na verdade eu preciso aprender
Não é fácil, não é fácil
Onde você anda
Onde está você
Toda vez que saio
Me preparo pra talvez te ver
Na verdade eu preciso esquecer
Não é fácil, não é fácil
Todo dia de manhã
Enquanto tomo meu café amargo
É, ainda boto fé
De um dia te ter ao meu lado
O que eu faço
O que posso fazer?
Não é fácil
Não é fácil
Se você quisesse ia ser tão legal
Acho que eu seria mais feliz
Do que qualquer mortal
Na verdade não consigo esquecer
Não é fácil
É estranho

O balanço de 2010 do São Paulo não é dos melhores, mas o clube dedicou seu último treino na temporada a homenagens. Duas delas são de adeus.

O preparador físico Carlinhos Neves, cujo contrato não foi renovado, recebeu uma placa da diretoria. Jorge Wagner, de saída para o futebol japonês, também foi homenageado.

A maior de todas, no entanto, foi para Rogério Ceni. O goleiro, que deve chegar aos mil jogos pelo clube no próximo ano, ganhou uma estatueta. Na base, os números de Rogério: 947 jogos e 93 gols marcados.


OBS: Falto agregar, que Rogério Ceni é o goleiro que mais fez gols no mundo, superando a marca do goleiro paraguaio José Luis Chilavert

quinta-feira, 2 de dezembro de 2010

Coldplay Faz Clipe Natalino.

A música faz parte de seu novo disco, que sairá ano que vem.

A banda já confirmou sua presença no Rock in Rio. E o vocalista, Chris Martin, declarou que a banda pode acabar depois do lançamento do novo trabalho.




Fonte: http://www.territorioeldorado.limao.com.br/musica/mus89616.shtm