quarta-feira, 30 de setembro de 2009

Exposição de Fotos

Museu de Arte de São Paulo mostra 120 fotografias de Walker Evans Entre os dias 10 de setembro e 30 de janeiro o Masp ( Museu de Arte de São Paulo), irá mostrar 120 fotografias de Walker Evans. Fotografo que queria ser escritor, mas se apaixonou pela fotografia, na década de 20. Em 1935 ele entrou para da F.S.A. (Farm Security Administration). Organismo Federal criado por Roosevelt para dar solução à crise agrícola dos Estados Unidos, durante a grande depressão. O fotógrafo ficou famoso ao registrar a miséria que vivia os camponeses americanos, durante esse período. O Levantamento documental da comunidade agrícola norte americana e outras fotos que estão documentada no livro Let´s now praise famous man. São os dois trabalhos considerados os expoentes máximos da fotografia documental. Área em que Evans é considerado uma das maiores figuras.

terça-feira, 29 de setembro de 2009

Walker Evans

Walker Evans

Walker Evans

Walker Evans

Um Ato de Protesto

Na noite do dia 16 de setembro, por volta da meia noite, o banheiro químico da escola Conselheiro Mafra foi incendiado. A ação, para alguns professores e estudantes, não foi um ato de vandalismo, mas sim de protesto. A escola está há meses com os banheiros, a quadra e a cozinha interditados. “O fogo não se espalhou porque o banheiro é feito de plástico e derreteu como uma vela”, afirma a diretora.
O grêmio estudantil da escola discorda da atitude, “por não ser a mais correta”, mas afirma que ação foi um ato de coragem. “Demonstrou como estávamos descontentes com a situação, de cinco meses com os banheiros químicos. Isso foi um basta”. Afirma Ana Hemb, presidente do Grêmio Estudantil.
A solução
Outros grêmios estudantis têm opinião semelhante aos estudantes do Conselheiro Mafra. Para Iago Paqui, vice-presidente do Grêmio estudantil do colégio Tufi Dippe, “está errado queimar o banheiro, mas o governo é o responsável de deixar a escola chegar a essa situação.”
Os estudantes do colégio Presidente Médici têm o mesmo problema, pois parte de sua escola está interditada. O presidente do grêmio, Johannes Halter, não concorda com a queima do banheiro. “Queimar um banheiro ou quebrar algo na escola, qualquer um pode fazer, mas organizar uma greve e ir ao governo, só os estudantes. Nossas ações de protesto devem servir para conscientizar e mobilizar todos os estudantes, mostrar que unidos somos fortes!” Para Mayara Colzani, diretora da União Joinvilense dos Estudantes Secundaristas (UJES) , esse é o momento de fazer o debate com os estudantes sobre a organização do grêmio." Ações semelhantes a queima do banheiro, não servem como exemplo de organização. Eles podem ser atos de coragem, mas somente a organização pode efetuar mudança. Estudantes organizem-se no seu grêmio.”
João Diego.

sábado, 26 de setembro de 2009

Ellen Von Unwerth