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quinta-feira, 30 de setembro de 2010

A Direita Reacionária e as Eleições no Brasil


Ao abrir meu Hotmail essa semana, deparo-me com um e-mail, que no título dizia: Dilma. Pensei ser algo do meu partido, algo de campanha, ou seja...

Fui ler o e-mail.

Ao começar a ler, percebi que estava longe de ser uma mensagem de alguém que simpatizava com a candidata do Partido dos trabalhadores (PT).  A Primeira frase dizia, “Bomba não vote em Dilma.”

Todos os argumentos que vinham depois do titulo eram um amontoado de bobagens e acusações sem fundamento. Pareceram-me tentar provocar o medo das pessoas. Diziam que o PT é “contra Deus” e que tem ligações com as “forças do mal.”

Após algumas horas de risos. Comecei a pensar em qual motivo levaria uma pessoa a espalhar esse tipo de tolice. E conclui que, por mais que fosse uma pessoa que tivesse enviado. A idéia não era produto de uma pessoa, mas de uma classe.   

A burguesia, que é o verdadeiro mal da nossa sociedade e teme os trabalhadores no poder.

E mesmo que Dilma tenha em sua coligação uma grande parte da burguesia de nosso país. E afirma que não vai fazer uma política mais a esquerda. A burguesia não a aceita.

Pois Dilma faz parte, “do maior partido de massas do Brasil”, como afirmou, no debate pela Record, no ultimo domingo.

E aí mora o medo da classe dominante e a explicação da sua reação. Temem que Dilma seja pressionada pelo PT a fazer um governo dos trabalhadores.

Um governo que reduziria a jornada de trabalho sem redução de salário. Daria uma aposentadoria digna para todo o trabalhador. Estatizaria toda a fábrica privatizada. E destinaria todo o dinheiro pago aos banqueiros à saúde e educação para todos.

Mas importante que a burguesia compreender que podemos avançar nas reivindicações dos trabalhadores. É preciso que nós trabalhadores e jovens, compreendamos que é necessário ir adiante.

No domingo, vamos humilhar o Serra e a direita dando a vitória para o PT no primeiro turno. Depois, vamos para cima de nossa presidente, exigir uma ruptura com a direita e um governo dos trabalhadores.

01/10/10
João Diego 

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