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terça-feira, 27 de dezembro de 2011

Amy Winehouse



Terminei de ler a biografia de Amy Winehouse. Escrita por Chas Newkey- Burdens que é colunista do Jornal inglês, The Guardian. O livro foi escrito, em 2008 quando Amy ainda estava viva. Gosto muito de Amy Winehouse. Não sou um grande conhecedor de música, mas gosto do que ela fazia. 

Após leitura pude entender onde estava a inspiração para fazer o que fazia. Diferente do que muitos pensam, ela não era uma drogada loca. 

Sua música retratava sua vida. Frank, seu primeiro disco conta, entre outras coisas, seus problemas com o namorado e sua infidelidade. Seu segundo disco, Black to Black retrata um período triste de sua vida. “Eu estava muito magoada, mas dei um jeito de tirar proveito dessa situação ruim”, afirma Amy no livro. 

Para mim, a música de Amy consegue expressar seus sentimentos de forma que você sinta o mesmo que ela ao ouvir sua música, seja bom ou ruim. É sempre intenso, talvez seja isso o que tenha encurtado sua vida. 

O tédio, a tristeza e os problemas com o trabalho a levaram as drogas e a morte. A mídia aproveitou disso, afinal é alguém com talento que dá vexame, que faz o que muitos de nós fazemos, mas por ser famosa é notícia e notícia vende. 

O autor tentou durante o livro denunciar os excessos da mídia e ressaltar o lado meigo da cantora. Mostrá-la de forma diferente dos que as fotos muitas vezes a mostraram. Não é o melhor livro que já li, mas serviu para conhecer um pouco a cantora. 



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